quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Vale a pena ver de novo

Tendo em vista o número considerável de "seguidores" novos aqui do blog, postarei novamente um vídeo que considero emblemático numa gravidez gemelar. A galera mais antiga já viu mas, mesmo assim, se você repetir 17 vezes serão 17 "caraaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaacas"

Tirem as crianças da sala. Mandem pras mamães que querem ter gêmeos e façam a mesma pergunta depois.

Sinistro, doideira, assustador. Depois resumam vocês as sensações que tiveram.

Tá preparado (a)?

Se prepara. O Vídeo tá num link lá no final: vai!

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Já vai tarde, Insensato Coração!

Mermão, tô agradecendo até hoje o fim da maldita novela das oito. Os últimos dias da trama foram de enorme dificuldade pra mim já que a minha querida Giullianna guardou, malandramente diga-se de passagem, todos os seus intermináveis argumentos para usá-los justamente na semana final onde em polvorosa descobriríamos quem matou a Norma. De resto era só ler no jornal que já tinha uma semana antes fotos da morte do Léo e desfecho dos demais personagens.

Quando digo argumento leiam golpe baixo, jogo sujo, atirando na sua cara tudo que ela faz - e deixa de fazer - pra ficar com as crianças enquanto você só trabalha. Só. Aí vocês podem imaginar como o clima ia ficando tenso a cada intervalo do Jornal Nacional. Ela já ia se aboletando no sofá pronta pra girar a metralhadora infinita de argumentos que uma mãe de gêmeos tem. Eu que não sou bobo nem nada já ia afinando nesse horário, falando baixinho e sempre seguido de um "claro, amor", "desculpa, amor" e por aí vai.

Quando ela sentia que eu ia engrossar e aumentar o tom, mandava logo: "ah, é? Tu vai ver na hora do seu futebol!"

Quando eu ameaçava pedir alguma coisa, um olhar dizia: "vou mandar você trocar cocô no meio da janta".

Um resmungo meu - sou mestre nisso - era logo seguido de um "tu vai ver na hora que você entrar na Internet!"

E ai de mim vir com esse papinho de intelectual metido a besta que fica dando uma de politicamente correto e colocando no feicibúqui "quero saber quem matou a juíza Accioly e os outros alienados ficam querendo saber quem matou a Norma". (Pra um amigo com mais intimidade mandei logo: "quem matou a juíza foi o Léó a mando do Cortês. Só a polícia que não sabe"). Aí ela faz seu olhar mais monstruoso e solta um "vou te acordar de noite!". Ah, maluco, aí é hora de se recolher e ir arrumar os brinquedos, lavar as mamadeiras. Em silêncio, claro.

Como vocês podem imaginar, se eu pudesse tinha matado a Norma com um candelabro na biblioteca. Eu quero a lei Mário da Penha que defenda os maridos ameaçados dentro da própria casa. Ameaça é coisa séria e muitas vezes marca mais que a própria paulada. Resolvesse o autor arrastar um pouco mais a novela e eu tava perdido, ia virar escravo sob o jugo de uma déspota insensível.

Você, meu caro, sabe muito bem o que digo: quando uma mulher quer argumentar e acabar com nossas regalias é hora de recuar e comprar um presentinho. Se for pro pau vai tomar na cabeça, malandro, não dá pra ganhar nunca. Pode ler e reler a Arte da Guerra três vezes de trás pra frente que o Tzu vai mandar você bater em retirada. Afina, fala baixo e pensa bem: final de novela dura uma semana. Campeonato Brasileiro é o ano todo! 

E olha que não falei do argumento fatal e superior a todos os anteriores, que ela só usa quando sente que está acuada e que você está disposto a perder algumas rodadas pra não perder a dignidade:

"Ah, é? ENTÃO É CALÇA JEANS DE PIJAMA!!!"

Cartão vermelho.

Apelar assim é sacanagem, né não?

Depois disso é só esperar o final de Fina Estampa...

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Tudo mão de vaca!

É, amizade, vai vendo. Você que dá aquela moral pra patroa, que sempre compra uns mimos, que repara quando ela corta meio dedo das pontas do cabelo dizendo que ficou quase careca e que iria se separar se você não percebesse, que quando acorda diz que ela está linda, com aquele ninho de gato na cabeça, baba escorrendo no canto da boca e remela saltando aos olhos, que entra no banheiro depois dela e nem reclama do cheiro, pelo contrário, diz que o aromatizador de lavanda do banheiro é maravilhoso, repense sua vida. O resultado da enquete foi avassalador, incontestável, uma lavada de deixar o Tio Patinhas envergonhado.

Nada mais, nada menos que 68% das mulheres disseram que dariam ao maridão no dia dos Pais apenas um beijo e um abraço. Essa deve mergulhar com um sonrisal na mão e sair com ele inteiro do outro lado Mas tudo bem: como não existe o sujeito que descrevi aí em cima, também tenho certeza que as mulheres estão mentindo, duvido que não mobilizaram ao menos os filhotes pra fazer um cartãozinho em papel reciclado pra dizer depois pras amigas que são sustentáveis, ao menos na ideologia kkkkkkkkkkkk. Ah, ganhei uma bela calça jeans - não sem antes fazer sérias ameaças - e meias também. Ou seja, as cuecas só troco ano que vem.

Teve um comentário aqui no blog que me deixou estupefato: ela era a visitante 10.001! Nesse ritmo vou precisar fazer alguma promoção aqui no blog ou então distribuir os famigerados selinhos que rolam por aí kkkkkkk. Também estive pensando em ganhar algum dinheiro colocando as coisas usadas das crianças pra vender, como o carrinho da Sophia que tem uma ripa segurando o encosto e só anda pra esquerda, além de manchas variadas e regulagem de posições depenada. Blog bom tem disso, né não? kkkkkkkkkkk

Vou separar aqui uns kits de produtos que ganhamos e não gostamos e fazer um sorteio. Ah, e mudar este layout também, né miga? Isso aqui tá meio quadrado. Ôpa, combina com o nome! Vai ficar assim. Se mudar faço um concurso pra escolha do novo modelo. Acho que com isso 100.000 é questão de dias kkkkkkkkkkkk. Pra agora vou presentear o seguidor número 100 com as primeiras unhas cortadas do Thomaz, junto com as primeiras caracas, é claro. Ah, e o comentário número 100 vai ganhar  um final de semana de delícias e loucuras. Cozinha do Pinel, imperdível.

Por fim, como muitos chegaram por agora, deixo umas características deste que vos fala. Este espaço se chama Blog e não Twitter ou coisa parecida. Não vai ter postagem todo dia, toda hora, todo segundo porque a vida de ninguém é tão interessante num espaço tão curto de tempo. Escrevo a partir das ideias que surgem, sem muito compromisso. Normalmente uma vez por semana ou então quando a Jemima começa a reclamar. Se algo interessante e engraçado acontecer estarei aqui. Isso não é um diário, já disse mil vezes que sou espada, apesar da manga também ser e muita gente comê-la.

Os antigos seguidores sabem muito bem que não como mel, mastigo abelha e que não tomo leite, torço a vaca. Pensem nas cartas que demoravam dias pra chegar e que todo mundo adorava, este tempo já fazia parte do enlace, a expectativa, as teorias que você cria, o suspense... Na boa, a Copa do Mundo só é Copa do Mundo porque acontece de quatro em quatro anos. Fosse todo ano perderia a graça.

Abraços ao quadrado!

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

#peloamordedeus

Gente, vamo lá, estilo chefe de torcida:

Me dê um c: "CCCCCCCCCCCCCCCC"
Me dê um a: "AAAAAAAAAAAAAAAA"
Me dê um p: "PPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPP"
Me dê OUTRO p: "PPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPP"
Me dê um e: "EEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEE"
Me dê um l: "LLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLL"
Me dê OUTRO l: "LLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLL"
Me dê um i: " IIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII"

CaPPeLLi, CaPPeLLi  êêÊE~eêEêÊEêEêÊEêEêÊEê~eEêÊE~e~eE







Tolerância zero



Acabo de vir lá do Vinhos, viagens, uma vida comum... e dois bebês! da Carol Passuelo e não páro de rir. Ela colocou um texto  sensacional, com perguntas que todos os pais de gêmeos são obrigados a responder, não dá pra fugir. Como sempre tive respostas parecidas na ponta da língua, não aguentei e resolvi respondê-las também.

*As perguntas foram formuladas por ela. A ideia é dela. Só estou surfando na onda e respondendo com o olhar do pai.




São gêmeos?

Não, são Gremlins. O outro nasceu quando o primeiro tomou banho.

Tá apavorado?

Que nada, fiquei triste e deprimido. Queria oito de uma vez, tipo ratazana.

Dá trabalho?

Poderia até dar se eles não ficassem amarrados e amordaçados desde a hora que chego em casa.

Fez tratamento? 

Claro que sim, tenho disfunção erétil desde os 6 meses de idade.

É bom que cria tudo junto...

É ótimo, eu solto eles na rua com um pastor alemão atrás e só vou acompanhando o rebanho com um berrante.

É um casal?

Não, quem tá de brinco e rosa é ele e ela tá arrancando a cabeça daquela boneca porque descobriu que a Barbie tá de olho no Ken que é seu amor platônico.

Ah, é um menino e uma menina...

Nossa, impressionante, você deve ser muito observador.

Consegue dormir?

Esse negócio de não dormir é lenda. Ou então é coisa de quem passa a noite em casa.

Poso tirar foto?

Só se for pra fazer Vudu em uma seita satânica.

Consegue comer?

Claro, a minha comida e a deles, o que não posso é ficar com fome. Qualquer coisa, caso eu coma toda comida deles, compro um Big Mac e dou, eles adoram.

É muito caro?

Pra quem coloca fralda, dá alguma vacina, compra comida, passeia, compra DVD, leite, brinquedo e veste eles, essas bobagens que nenhum bebê precisa, pode até ser.

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Escuta seu pai

Hoje saiu o texto que escrevi lá pro Minha Mãe que Disse.

Quem quiser conferir é só clicar aqui.

Abraços ao quadrado!

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Dia de ganhar meia e cueca

Éééééééééééééééééééé mulherada, tá chegando a hora de meter a mão na bolsa e fazer um agradinho pra nós. Dia dos pais é a oportunidade que toda mulher espera pra poder trocar as nossas cuecas surradas e meias furadas. Vocês sabem que homem que é homem como eu, macho e líder de manada, que não come mel, mastiga abelha, que não toma leite, torce a vaca, que quando vê uma barata voadora dá um pinote e sai correndo dizendo que tem um dragão na sala, não compra cueca nem meia. Toda mulher sabe que usamos as nossas cuecas até esgarçar e ficarem puídas e meias com furos não são um problema já que o pé fica dentro do sapato. Ih, seu marido compra? É um viad..., quer dizer, puxa, ele é moderno mesmo. Diz aqui pra mim: tens reparado que seus cremes andam acabando rápido demais? E você suspeitando da empregada, bobinha...

A tática usualmente utilizada pelo sexo feminino é sumir com nossas peças mais detonadas, aquelas pelas quais já nutrimos inclusive um certo sentimento. Quando falamos "amor, você não viu aquela minha cueca que era branca (hoje amarela) que perdeu a etiqueta e tem dois buraquinhos do lado esquerdo da bunda?" E ela, ao invés de esculachar, dizendo "qual, aquela que parece um trapo de mendigo que você usa pra guardar essa mixaria?" fala baixinho "não vi não amor" com aquele ar de vitória embutido na entonação. Claro que viu. Viu tão bem que pegou uma tesoura, cortou no meio e mandou pro lixo. Junto com aquela meia que não tem mais elástico e que tem um buraco pra cada dedo.

Nós não lavamos cueca no banheiro, sem chance. Durante um período de minha vida até pensei em abdicar do seu uso e criar o bicho solto, mas a iminência de um vexame com a namoradinha me afastou dessa tentativa. A cueca, para um homem em apuros, pode ser a sua melhor amiga, sua salvadora. Eu mesmo já tive uma síncope intestinal aguda e, na loucura de entrar na primeira porta pra aliviar a alma, nem vi se tinha papel. Claro que não tinha. A cueca vocês imaginam onde entra nessa história. (Como eu queria ver a cara de vocês agora kkkkkkkkkk "Nooooooooooossa, que nojeira....") A outra história foi em uma pescaria em que o mar tava batendo e não dava pra chegar na água....kkkkk. É ou não é pra ter um apreço especial por ela? E aí vem uma desalmada sem coração e despacha a coitadinha...

Meia então, se for a do futebol, que chega em petição de miséria, é arriscado até botar na máquina de lavar. Pode comprometer a roupa toda. Além disso, nossos meiões devem ser lavados geralmente à mão, tendo em vista o material. Nós não lavamos. Nossa mulher também não. A empregada, quando tem, faz vista grossa e aí, quando chega na outra semana e você vai procurar seu meião ele tá lá, do jeitinho que você deixou, pendurado no tanque ou então esturricado na varanda, sem ter sido lavado. Ou seja, pronto pra usar!

Eu, particularmente, já até reforcei o pedido de meias e cuecas desse ano. O negócio tá feio e, além disso, lá em casa é mais fácil ver o Thomaz e a Sophia fazerem um número do Cirque de Soleil do que achar o par da meia. Ultimamente pego duas meias, independente do modelo ou formato, abstraí. Sempre pergunto pra minha Giulli: "como você consegue isso? Não tem um par aqui, só pés diferentes! Eu tenho cara de Saci? Não é possível!" E ela, na resposta padrão: "jogo na máquina do jeito que você joga aqui". Bem, já viram que isso não se resolverá nunca...

Já as cuecas estão precisando de um recall mesmo.  Tenho umas pretas que estão ficando brancas de tão encardidas, aí não dá. Quer dizer, até dá, mas não quero que vocês fiquem achando que sou um bunda suja. Além disso, pedi também uma calça jeans porque as que eu tenho entraram comigo na UFF em 97 e me acompanham até hoje, fiel escudeiras.

E meia, pode esperar: é aquele pacotão básico que vem como uns seis pares. E que ficam no meu tornozelo, já que calço 44. 

Pelo menos, como pai de gêmeos, o presente é ao quadrado.  E quem sabe, me comportando, pode virar ao cubo, né meu amorzão, lindona, maravilhosa, cuti-cuti da minha vida?

terça-feira, 26 de julho de 2011

Taí a prova!!!!



 Sophia fugiu do flagrante...

Notem que ainda tem uma fraldinha premiada que entrou na festa...

O Silêncio que precede o esporro

Mermão, vô te contar uma parada, tem horas que só incorporando o Dalai Lama e o Gandhi juntos pra não fazer uma besteira, no mínimo soltar um palavrão daquele de deixar ruborizado o Fernandinho Beira-Mar.

Manhã de domingo. A empregada não vem desde sexta porque teve um troço na coluna. Casa toda bagunçada e ânimo exaltado pela dificuldade em lidar com a desorganização, provavelmente um TOC em processo de implementação. Crianças acordadas à toda e eu, pra conseguir desbravar a cozinha, decido escalar o Everest e enxaguá-lo com água e sabão. Cada prato levantado traz uma descoberta nova.

Se vocês soubessem a sensação de felicidade e como me sinto realizado lavando a louça de três dias no domingo de manhã logo quando acordo fariam isso correndo. Se quiserem deixo vocês aproveitarem um domingo desses, mas só um pouquinho. Com remela nos olhos e cheio de amor no coração, coloco o avental e encaro minha sina, resmungando como é de meu feitio. Chove lá fora.

Enquanto reclamo que ela não colocou nada de molho e que o Mucilon grudado na colher virou um concreto que só sai com britadeira, ela nem me dá ouvidos e diz que vai tomar banho, que as crianças estão brincando tranquilas no quarto. Diante da constatação de que era verdade, resmungo mais uma vez e descubro panelas sujas guardadas no forno. Finjo que não vi.

Escuto o gás ligando e sei que ela entrou. Enquanto lavo a louça vou escutando a MPB FM pra ver se a alma fica mais doce. Ao fundo escuto as crianças falarem seu dialeto, entre coisas caindo e risadas furtivas. Foi quando fez-se o silêncio. E criança quando faz silêncio, meu amigo, corre logo porque fez merda. Se não fez está prestes a fazer, é batata.

Entre um resmungo e outro e um clássico do cancioneiro popular no rádio, demorei a perceber o silêncio. Quando dei conta já estava esperando pelo pior e fui caminhando com medo até o quarto, como que achando que armaram uma arapuca no caminho. Fui bem devagar pra dar o flagrante. A cena que se descortina é indescritível.

No quarto dele colocamos um colchão de casal no chão. Aliás, todo o chão tem aquele tapete alfanumérico. Temos então toda a roupa de cama, travesseiros e, por fim, os bonecos de pelúcia que colocamos ao lado. Fechem os olhos e visualizem: da porta você vê o colchão de casal, mais um colchão de solteiro do lado para eles não caírem no chão se rolarem, com o tapete por baixo, são dois, uma casinha dessas tipo tenda, com cem bolinhas dentro e uma fila de bichos de pelúcia encostados ao lado. Ah, e esqueci: uma lata de leite Ninho e outra de Mucilon que foram usadas na noite e, pra loucura geral, esquecidas ali.

Quando coloco a cabeça na porta a cena era surreal: Sophia abriu a lata de Mucilon e Thomaz se encarregou da lata de Ninho. Com a mão ela pegava o Mucilon e jogava dentro da lata de Ninho, que já estava fazia porque o Thomaz metia a mão e jogava igual confete pelo quarto. A Tasha e o Pablo pareciam cobertos por uma nevasca. Na frente da tenda com cem bolas, ele tinha feito uma quadra de volei de praia, substituindo a areia por Ninho. Todo branco, sentava em cima dos montes de leite e jogava o que conseguia pegar pra cima. A cama estava tomada. O tapete idem. O leite e o Mucilon se entranharam pela juntas do tapete e os dois numa euforia de dar inveja. Que me perdoem os pudores, mas diante de uma situação dessas o homem só tem uma coisa a dizer: "Caraaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa&%¨%¨%%(%¨(&&)#@#@#¨lho, como eles fizeram isso?

Diante do quadro de perda total, abstraí e peguei a máquina pra tirar umas fotos. Tá no inferno, abraça o capeta. Assim que o computador lá de casa voltar a funcionar coloco aqui a prova. Minha mulher sai do banheiro e peço para ela vir ao quarto: "Jesuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuusssss". E aí, pra completar o domingão chuvoso e sem empregada, temos que tirar tudo do quarto, desmontar todo o tapete, bater tudo, passar aspirador e isso e aquilo...

Ah, e só um detalhe sem importância: minha mulher avisou que as latas estavam lá e eu disse pra ela parar de paranóia e de loucura porque eles não sabiam abrir ainda....

Diz aí? Não dá vontade de jogar água no quarto e preparar o leite com cereais do café da manhã? Bebe, bebê, bebe o leitinho...kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

A sorte foi o Fluminense ter ganhado do Palmeiras...

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Filho da Mãe!? Em nome do pai.

Meu querido, responda esta pergunta: quando você quer ter a certeza de que vai afetar alguém, de que vai mexer com sua hombridade, que vai eriçar seus brios, que vai tornar o magricela gigante e que vai fazê-lo perder as estribeiras, quem você pensa em xingar?

É óbvio, meu camarada, não precisa nem de uma nota: é só falar da mãe do cidadão.

O pai tu pode esculhambar, chamar de careca, broxa, corno, desdentado, encostado, bunda-mole, furingo e por aí adiante. Se bobear o cara até ajuda a lembrar alguma coisa que porventura você tenha esquecido de falar, dando gargalhadas. Agora, meu amigo, se ele sentir que tu vai colocar a mãe na parada, se prepara que vem chumbo grosso.

Tinha uma pegadinha infame que fazíamos com o maior medo de entrar na porrada, mesmo sendo a brincadeira com amigos, mas fazíamos mesmo assim porque essa era a graça.

Tu chega pro sujeito e pergunta: "tu tem foto da sua mãe pelada?"

É óbvio que o cara vai responder com um constrangido: "claro que não, tá maluco?" isso já partindo pra agressão e, se for paulista, dizendo "tá me tirando, mano?"

E você, já de costas e correndo do objeto que está prestes a voar no seu lombo, que o cara joga pra tentar te derrubar antes de te estraçalhar com os olhos fumegando de raiva, rindo, solta então o trunfo final: "quer comprar então?"

Run, Forrest, ruuuuuuuuuuuuuunn

O filho é sempre da pííí, nunca do puto. Pra agredir falam que você não tem mãe, que é filho de chocadeira. "Seu filho da mãe", dependendo do contexto, é xingamento grave.

Em suma, em qualquer situação, seja ela qual for, o pai não presta pra nada, nem aparece, vira um item opcional. Leio e releio vários blogs das mães e nenhuma palavra sobre os pais. Ou melhor, tem sim: "ele até que ajuda", Homem é homem, né ?", "Pelo menos não atrapalha", "hoje cheguei em casa e ele tinha cuidado das crianças" (ou seja, esta surpresa mostra, na verdade, que ele nunca faz merda nenhuma e quando faz merece até recompensa e esta constatação de uma esposa estupefata!).

Nos textos elas que decidem tudo, da demissão da faxineira ao itinerário dos passeios, da alimentação ao vestuário e muito, mas muito raramente, o pai aparece como protagonista da história. É a mãe, sempre ela, que desponta como artista principal, com suas tramas e oscilações. O Homem nunca aparece, nunca tem questões pessoais, nunca está preocupado com a vida que leva, o dinheiro que ganha ou mesmo a quantidade de vezes que fazem sexo na semana. O Homem, este neanderthal pré-histórico, nasceu para ver futebol e beber e sua função na procriação é apenas fornecer o sêmem da vida.

Somos marginalizados, esta é a verdade. Nós vemos Futebol? Elas vidram nas novelas. Nós falamos besteiras? Grampeie o celular dela pra tu ver. Nós somos desleixados? Banheiro de casa só com mulher é muuuuuuuuuuuuuito pior que banheiro em casa só de homem. Nós somos falsos? Amizade masculina dura muito mais. Em suma, esta é a trombeta que soa pela aparição dos pais nos textos das mães, com o devido destaque que todos merecem.

O sujeito sem pai recebe a definição de "ainda bem que não foi a mãe"

O sujeito sem mãe vira "tadinho, também, criado sem mãe, só pelo pai".

É claro que não existe igualdade nem competição. Impossível disputar com alguém que oferece o único alimento do rebento durante 6 meses, não dá. Se fosse você, hoje, imagina: tu ia brigar com o único cara que pode te fornecer tua quentinha todos os dias? Que nada, nem por um decreto. Ia ser o sujeito mais importante da minha vida, ainda mais seu eu fizer uma refeição a cada três horas....

Não estou querendo dizer com isso que é uma relação utilitária e que o bebê só se apega a mãe por causa do alimento, longe disso. Mas o alimento aproxima a humanidade, reforça os laços, aguça os instintos. Foi em torno dele que a comunidade se desenvolveu, que se reuniu em grupos para contar histórias e passar as tradições adiante. Pela alimentação os grupos se dividiam para desempenhar as tarefas necessárias à sua sobrevivência. Todas as festas terminam na cozinha porque, instintivamente, estamos sempre querendo voltar pro colo da mamãe, que representa a alimentação e, por fim, a vida. Entretanto, por uma destas contradições da humanidade, os melhores Chefes de cozinha são homens...

Mas uma coisa eu vou te dizer. Se eu tivesse um peitinho, um peitinho não, dois morros de Fafá de Belém jorrando leite aqui comigo, ahhhhhhhh meu amigo, as coisas seriam beeeeeeeeeeeeeeeem diferentes. Falar mal do pai era sangue certo.

E você, mamãe blogueira, não se esqueça:

O Filho da mãe é também do pai.

sexta-feira, 15 de julho de 2011

a.G e d.G

Cumpádi, não me leve a mal mas, pra mim, o mundo pode ser dividido em dois: antes do Google e depois do Google. Essa parada de antes de Cristo ou depois de Cristo já não cola mais, me perdoem. Tudo deveria ser datado em a.G ou d.G ao invés de a.C ou d.C. Me diz, sinceramente, como alguém podia viver sem ele? Quando estava escrevendo minha dissertação de mestrado sempre me perguntava: “meus deuses do céu, como os antigos faziam pra ter acesso a todos estes documentos que eu estou usando, do mundo inteiro, de todos os tipos, sem levantar o rabo da cadeira, vendo o que todo mundo já escreveu sobre o tema num piscar de click"? 

A resposta é simples: não faziam. E nem por isso seus trabalhos eram piores, pelo contrário. Eles usavam tudo aquilo que estava à disposição para um intelectual de ponta, especialista em um tema específico. Logo, tudo que ele usava era tudo o que se podia saber sobre o assunto. Nesta lógica, o que eles deixavam de levantar não fazia a mínima diferença já que mais ninguém sabia da existência dessa ou daquela discussão que não foi levantada pelo trabalho. Isso pra dizer que toda realidade é construída a partir da quantidade de conhecimento que adquirimos ao longo da vida. E o Google veio f&&(%##@@@&**¨¨$#$%%uder com ela.

Os pais de hoje estão π π π π π. Ainda mais os casais metidos a modernosos e bestas. Conheço um que têm filhos gêmeos, o cara até tem um blog sobre isso, ele deve achar cult, e que são mais ou menos isso. Não chegam a gozar com o último lançamento do cinema iraniano, não tem em casa um pôster do astro de Bollywood ou mesmo sabem na ponta da língua todos os filmes do Bergman. Mas sempre foram contra a chupeta. Quando perceberam a burrada que tinham feito já era tarde.

 Eles gostam de peças cabeça para os filhos, principalmente se na programação estiver escrito “esta peça possui elementos simbólicos que vão estimular a percepção espacial dos seus filhos acerca do lugar em que se encontram no mundo, além de ampliar sua capacidade de discernimento entre os vários objetos cenográficos. No palco mensagens subliminares estimulam regiões do cérebro específicas que são fundamentais para a inteligência futura e, por fim, elementos mecânicos dispostos em diversos lugares desenvolvem a psicomotricidade e impulsionam a criatividade”. Falaí, tu não saía correndo agora e comprava ingresso pra todos os dias? Aí tu chega lá, cheio de orgulho por estar proporcionando este plus na vida de seus filhos, e dá de cara com a Galinha Pintadinha balançando num trapézio com um playback rolando atrás e umas linhas balançando uns trecos no cenário.  

Não se enganem: eles sabem o que nós queremos ouvir. Ah, e ninguém me tira da cabeça que o inventor da psicomotricidade foi o mesmo do Lego, nem adianta tentar me convencer do contrário. Tu chega na creche e tá lá, grandão: “aula de psicomotricidade”. Pode ver que tem uma pilha de Lego do lado.

Voltando ao Google. Desgramado. Tu bota lá “usos da chupeta”. 35 mil a favor e 37 mil contra. “Complemento (Nan)” 98 mil contra e 54 mil a favor. “Cortar a unha com eles acordados” 589 mil contra e 489 mil a favor. Em suma, o que era pra servir e ajudar só gera mais dúvidas. Ainda mais se você discordar da sua mulher. Aí babou tudo, fica uma guerra de link danada, cada um consultando seus especialistas e enviando textos das últimas pesquisas. E vô te dizer: só piora. O ideal, meu caro, é esquecer esta ferramenta na formação dos bacuris, a não ser é claro para consultas que não tragam nenhuma influência direta na forma de criação que você sempre pretendeu dar ao seu filho. Esquece o maldito e vai na intuição. Nada do que está lá pode servir. 

Têm mães que acham que o Mucilon é um veneno mortal, que os EUA usaram inclusive como arma química na guerra ao terror no Afeganistão (bota no Google pra tu ver). Mas já acham o danoninho inofensivo, o que outras mães tacham como uma contradição absurda porque todo mundo sabe que o danoninho tem ingredientes suspeitos e transgênicos, se não, como valeria por um bifinho? E na loucura de saber o que é bom e o quê não é, o que deve e o que não deve, deixamos de lado aquilo que criou e sustentou a humanidade até hoje: seu instinto. 

Nelson Rodrigues sempre nos alertou para a burrice contida em toda unanimidade. Deixe o Google pra pesquisar preço de fraldas e resolva suas questões sem consultar o oráculo. Ficou na dúvida? O Google só vai te atrasar e piorar sua situação. Vá testando, e não clicando. Uma hora tu acerta e esta trajetória vai ser muito mais importante pra você do que seu caminho de endereços no histórico do computador.

Se eu vou fazer isso? Sei lá! Provavelmente não.

 Mas que é uma ótima idéia é...

sábado, 9 de julho de 2011

Da série "Quem é a criança?"

A mãe chega e o pai está brincando com as crianças:

- "Nooooooooooooooossa, qual dos dois tá de cocô?

E o pai com a cara deslavada que lhe é peculiar, brilhando de óleo de peroba, solta, :

- Caraaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaarra, estas crianças tão podres!

E sai correndo, gargalhando em silêncio, triunfante por não ter sido descoberto...

Moral da história: "alguém peidei não sei quem fui"

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Deprê animal

Só escutei quando ele disse "não aguento mais isso"...
Vai dizer que você achou que eu tava tristinho, choramingando pelos cantos, querendo arremessar algum objeto pela casa num dia de fúria? Quem me dera! E depois, pra quebrar alguma coisa lá em casa precisa primeiro disputar com as crianças...

Quem é pobre e tem gêmeos não dispõe de tempo pra isso, rapá! Quando você reflete sobre a depressão e seus benefícios espirituais e introspectivos, para melhor compreensão do seu eu interior e de suas questões existenciais, percebe que tem dois cocôs vazando, uma criança chorando, a panela queimando, o telefone tocando e, como se não bastasse tudo isso, as contas chegando.  O sujeito pra ficar em depressão precisa de tempo, compreende? Precisa ter alguém disposto a escutar suas lamúrias, de um ambiente bucólico, de uma tosse tuberculosa e de um livro do Nietzsche na cabeceira.

Tempo você não tem, o ambiente tá mais pra pós-Katrina do que pra quintal do Lord Byron. Seus amigos já estão rareando nas visitas porque perceberam que quando eles chegam é você que vira visita, a tosse não pode ser forte pra não lançar perdigotos nas crianças ou acordá-las e, por fim, deixa um livro na cabeceira lá de casa pra você ver o que acontece....

Tudo isso pra dizer que fomos ao Zoo aqui do Rio e fiquei um tanto decepcionado. Não pelas crianças, claro. Sophia dava beijo e tchau pra todos os animais antes de trocarmos de espécie e Thomaz teimava em querer entrar em todas as jaulas, provavelmente pra roubar a comida dos bichanos. O que me incomodou, profundamente, foi o olhar daqueles animais, melancólicos e deprimidos, todos com cara de "o quê eu fiz pra merecer isso?"

O leão, tadinho, deitado de barriga pra cima e dormindo, era acordado aos berros dos visitantes que queriam fazer uma filmagem ou foto. Tudo isso ao lado da placa "respeitem o sono dos animais".

O Elefante, que tenho certeza que deve ser ela, parecia aquela dona de cabaré de quinta, velha e gorda, amargurada e lembrando dos seus tempos de rainha do baixo meretrício. Quando me olhava parecia pedir socorro. E um cigarro.

Os pinguins trancados num quartinho com ar condicionado eram metralhados por flashes de pais ensandecidos que empurravam as crianças para o melhor close.

Os macacos comendo uma banana blasè.

O Tigre siberiano, imenso, parecia tão adaptado quanto eu a uma cadeira de bebê.

Enfim, ainda que um bom programa para as crianças parece péssimo pros animais.

E olha que estou longe, muito longe de ser membro do Greenpeace ou vegetariano, hein?




quarta-feira, 22 de junho de 2011

Blog possuído

Vi lá no Feicibuque que a Carol Passuelo do Vinhos e Viagens não está conseguindo comentar aqui. Jemima do VU (minha revisora ortográfica, se encontrarem algum erro no texto reclamem com ela rsrsr) vira e mexe também não consegue.

Parece que o blog foi abduzido por uma força maligna que impede as pessoas de bem de fazer seus comentários. Distante que sou da tecnologia, convido todos a se juntarem em uma corrente de oração para que estas almas alcancem o caminho da luz e deixem os vivos se manifestarem.

Por via das dúvidas faço um apelo: Carol e Jemima, comprem um galho de arruda e passem pelo corpo. Depois peguem um pouco de pipoca e pisem em cima. Juntem tudo em uma sacola e despachem. Só pra garantir kkkkkkkkkkk

Tô ligando agora pro Quevedo.

terça-feira, 21 de junho de 2011

Fome de pai pra filho


Parece que come desse jeito???

Cumpádi, o bagulho é louco, a parada é sinistra ou então, aos mais engomadinhos, a situação é cada vez mais periclitante. Ando deveras preocupado com o Thomaz, ou melhor, com a fome de 8 mendigos e 4 elefantes que ele parece sentir. Depois de comer uns 3 baldes de sopa ou comida, ele ainda arremata brincando uma caçamba de gelatina. E aí você pensa: "agora este guloso está satisfeito". Vai lá na cozinha e prepara seu pão com queijo ou então quele PF cheio pra comer tranquilamente vendo as principais tragédias do país e do mundo nos jornais da noite. E quando você senta pra comer...."Dá dá dá Huuuuuuuuum huuuuuuuum" seguido de puxões no braço e ataques de cólera se tratado com indiferença. Basta o garfo encostar na sua boca que já sai com aquele sorriso de Sílvio Santos, balançando a cabeça de um lado pro outro numa caricatura de Stevie Wonder.

Os que me conhecem não se espantam, visto que sou uma draga. Do alto de meus 1,95 até a comida chegar no dedão o trajeto é longo, o que acaba justificando a fome. Além disso, meu metabolismo parece ser uma máquina que tritura qualquer coisa em que serpenteia pelo meu estômago em segundos. Semana passada, 1:30 da manhã estava fazendo um miojo master, um não, dois porque um não dá nem pro início. Depois de pronto você joga requeijão, despeja o pozinho de galinha caipira e coloca os nuggets por cima como cereja no bolo. Chego a salivar kkkkkkkkkkk. Em meus tempos de UFF almoçava e jantava no bandejão. Como a janta era muito cedo, 19hs, todo dia comia um podrão na praça, aquele X-tudo tradicional da noite carioca. Todo dia. A mãe de uma ex-namorada me obrigava a fazer exame de vermes a cada 6 meses por não acreditar que aquele apetite pudesse ser natural e também pra ver se as compras do mês sobreviviam mais tempo ao namorado esfomeado da filha que vivia abrindo as panelas rsrsrs

Costumo dizer que o primeiro prato é pra me acalmar e o segundo, aí sim, pra degustar. Quando a comida é boa fico igual cachorro abanando o rabo, só que mexendo as pernas.  Mesmo assim, nunca consegui passar de 88kg. Já tentei até dieta pra engordar e nada. Pra ganhar é um inferno, mas se comer mal um dia já emagreço na hora. Enfim, tudo isso pra dizer que sim, parece que ele puxou o pai. A fome do pai e o olho grande da mãe rsrsrs, aí já viu. E ainda tem o tio, irmão da mãe que, não me contaram, isso eu vi, toma de café da manhã um prato fundo arroz com quiabo antes de ir pra praia. Costumo dizer que ele sente o gosto da comida na garganta, tamanha a rapidez e a quantidade que come.

Se ele é gordo? Não. Se eu sou Gordo? Não. Se o Thomaz é gordo? Não. Se alguém em nossas famílias é gordo? Não. Se eu estou caminhando a passos largos de encontro à falência? Sim.

Lá em casa quando o almoço é de potinho da Nestlé (geralmente só no final de semana) são quatro, isso mesmo, quatro daquele médio com pedaços. Pra janta mais quatro. Isso tudo tirando as gelatinas, sucos e frutas dos intervalos. O Horti-fruti já foi até terceirizado pra avó. Ah, ainda tem o biscoito de maizena e polvilho, que serve de petisco-chupeta. E não podemos esquecer, é claro, das três mamadeiras noturnas. Anteontem, após ele traçar 250ml com Mucilon, ainda roubou a da Sophia na caraça e arrematou: 500ml! É claro que nos preocupamos, que ficamos pensando isso e aquilo. Mas se ele está saudável, no peso certo e com todos os exames e vacinas em dia, não vejo motivos pra se preocupar. Vai ver que passamos fome junto em outras vidas e viemos agora unidos novamente rsrsrsr

A minha sorte é que aqui do lado de casa, bem na esquina, tem uma loja de ração. Eu costumo dizer que nesse ritmo vou começar a dar Biriba, uma bem gostosa e barata rsrsrsrs. Eu mesmo já comi Bonzo quando criança e não tenho nenhuma reclamação rsrsrsrsrsrsrrsrsrsrsrs

De cara não é muito parecido, agora de estômago é fome ao quadrado!